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	<title>Metagrafia &#187; web</title>
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	<description>O blog do Piter.</description>
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		<title>Frustrações nos serviços bancários online</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2009/07/21-frustracoes-nos-servicos-bancarios-online</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 23:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha primeira conta em banco é da época em que caderneta de poupança era, literalmente, uma caderneta. Com o dinheiro e um livrinho na mão, você chegava até o guichê e a funcionária atualizava seu saldo à caneta. De lá pra cá as coisas mudaram bastante. A ascensão dos serviços bancários online foi enorme, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha primeira conta em banco é da época em que caderneta de poupança era, literalmente, uma caderneta. Com o dinheiro e um livrinho na mão, você chegava até o guichê e a funcionária atualizava seu saldo à caneta. De lá pra cá as coisas mudaram bastante. A ascensão dos serviços bancários <em>online</em> foi enorme, mas algumas instituições ainda pecam em questões vitais.</p>
<p>De volta à época da caderneta, um dos motivos que levou ao meu desligamento com aquele banco, por volta de 2002, foi o fato de seu sistema de <em>home banking</em> estar defasado diante da concorrência. Enquanto boa parte dos bancos já oferecia na internet praticamente a mesma variedade de serviços disponíveis no caixa eletrônico, o meu só permitia consultas de saldo e extratos &#8211;o quê, diga-se de passagem, é o máximo que alguns bancos oferecem hoje por meio de dispositivos móveis.</p>
<p>O sistema bancário online evoluiu, e quanto a isso não restam dúvidas. Graças, é claro, à evolução dos mecanismos de segurança implementados para atrair a confiança de seus usuários. Não somente conexões criptografadas protegem os correntistas, mas dispositivos <em>tokens</em>, biometria, cartões de senhas e por aí vai.</p>
<p>Triste, porém, é perceber que algumas instituições acabam privando o acesso por boa parte de seus usuários com medidas restritivas descabidas. Uma delas é focar em soluções exclusivamente voltadas a usuários do sistema operacional Windows. Um exemplo? A CAIXA, banco que, no discurso, incentiva o uso do software livre. Por dias tentei fazer o cadastro num Macintosh, sempre recebendo a informação de que o sistema estava momentaneamente fora do ar. Até que tentei fazê-lo no Windows e <em>bingo!</em>, não é deu certo?</p>
<p>Outras restrições são ainda mais difíceis de entender. O Banco do Brasil, por exemplo, permite o acesso de seu home banking em praticamente qualquer sistema operacional, o que é louvável. Já o gerenciador financeiro, voltado ao mercado empresarial, funciona apenas nos sistemas Windows e Linux. E eu, que tenho Mac, fico de fora. Detalhe: Mac é baseado em UNIX, tal como Linux, e roda a máquina virtual Java tão bem quanto qualquer outro sistema operacional &#8211;o que desqualifica tal restrição.</p>
<p>O Banco Real, por outro lado, da noite para o dia, havia bloqueado todos os usuários do browser Safari. O mais curioso é que bastava habilitar a opção que fazia com que o browser se passasse por outro (digamos, o Firefox) que tudo voltava ao normal &#8211;mais uma prova da total impertinência da medida.</p>
<p>O fato é: quando lidamos com serviços voltados à massa, é fundamental adequá-los às mais diferentes situações de uso. No caso dos bancos, por mais que usuários de Internet Explorer, em Windows, sejam a maioria estatística, esta realidade retrata apenas uma parte do espectro. Também devemos considerar que tal estatística é um dado geral, que pode ser muito diferente da realidade de um substrato da sociedade &#8211;executivos de alto escalão por exemplo. Daí a importância de se empregar o maior esforço possível para diminuir a frustração de seus usuários, agradando todos os públicos possíveis. Porque cliente frustrado muda de banco.</p>
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		<title>Otimizando arquivos PNG</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2009/07/13-otimizando-arquivos-png</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 15:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[freeware]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagens em formato PNG estão por toda parte. O Google, por exemplo, o utiliza em larga escala, da página de busca ao YouTube. Criado em 96, o padrão surgiu como uma alternativa ao GIF, cujas tecnologias haviam sido patentadas e daí a necessidade de se criar um padrão livre e aberto. PNGs oferecem muitas vantagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens em formato PNG estão por toda parte. O Google, por exemplo, o utiliza em larga escala, da página de busca ao YouTube. Criado em 96, o padrão surgiu como uma alternativa ao GIF, cujas tecnologias haviam sido patentadas e daí a necessidade de se criar um padrão livre e aberto.</p>
<p>PNGs oferecem muitas vantagens em relação ao antecessor, tais como maior gama de cores, transparência com opacidade, e por aí vai. Além da possibilidade de salvar uma imagens de modo não-destrutivo, isto é, sem perda de informações, como é no caso dos JPGs. Recentemente descobri um aplicativo que ajuda no trabalho de quem utiliza este formato, chamado <a href="http://optipng.sourceforge.net/">OptiPNG</a>.</p>
<p>Este programa aplica uma série de algoritmos e otimizações a fim de reduzir o tamanho dos PNGs, sem perda de qualidade. Aí pensei, ok, mas eu sempre otimizo as imagens no Photoshop, já não é suficiente? Num teste rápido de otimização, comparei um PNG gerado pelo <a href="http://derailer.org/paparazzi/">Paparazzi!</a>, sendo processado pelo Photoshop CS4 e pelo OptiPNG. Confira os resultados:</p>
<table>
<tr>
<td><b>Arquivo original</b></td>
<td>976 KB</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Photosohp CS4</b></td>
<td>872 KB</td>
</tr>
<tr>
<td><b>OptiPNG</b></td>
<td>676 KB</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Photoshop CS4 + OptiPNG</b></td>
<td>672 KB</td>
</tr>
</table>
<p>É impressionante. Uma redução de mais de <b>30%</b> em relação ao tamanho original, sem perda alguma de qualidade. E mesmo reprocessando uma imagem já otimizada pelo Photoshop, os ganhos continuam absurdos. Quatro <em>kilobytes</em> podem não ser tão significativos, ainda mais se considerarmos o boom das conexões de banda-larga. Mas considerando o cenário do Google, por exemplo, que tem cerca de <a href="http://www03.wolframalpha.com/input/?i=www.google.com">4.3 bilhões de pageviews</a> por dia, uma redução de 4 KB significa uma economia de mais de 16 <em>terabytes</em>.</p>
<p>Fica a dica. O <a href="http://optipng.sourceforge.net">OptiPNG</a> é software livre, disponível em versão para Windows. Para os usuários do Mac OS, uma boa alternativa é o <a href="http://www.amake.us/software/pngcrusher/">PNG Crusher</a>, utilizando nas demonstrações acima.</p>
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		<title>Links nanicos</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2009/04/27-links-nanicos</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 04:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[São vários os serviços de &#8220;encurtamento&#8221; de endereços de sites —leia-se URLs. O primeiro e sem dúvida mais famoso é o TinyURL, criado em 2002 por Kevin Gilbertson. A iniciativa deu origem a uma centena de serviços similares. No Brasil, temos o vai.lá, que é utilizado no twitter da agência Fire Multicom. Mas em se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São vários os serviços de &#8220;encurtamento&#8221; de endereços de sites —leia-se URLs. O primeiro e sem dúvida mais famoso é o <a href="http://tinyurl.com">TinyURL</a>, criado em 2002 por Kevin Gilbertson. A iniciativa deu origem a uma centena de serviços similares. No Brasil, temos o  <a href="http://vai.la">vai.lá</a>, que é utilizado no <a href="http://twitter.com/firemulticom">twitter da agência Fire Multicom</a>.</p>
<p>Mas em se tratando de eficiência, o mais curto em número de caracteres é o <a href="http://u.nu"><strong>u.nu</strong></a>. Não só o domínio é curto, mas o sistema é inteligente o bastante para evitar caracteres que possam dar duplo sentido como 1, l, o e 0 —muito útil quando a intenção seja publicar um link que deverá ser digitado novamente, como num jornal ou via SMS.</p>
<p>A propósito, saca só como fica simples a URL do blog: <a href="http://u.nu/6ne">http://u.nu/6ne</a>. Bacana, hein?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pendrive nas nuvens</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2009/03/31-pendrive-nas-nuvens</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
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		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou aficcionado por programas e métodos que deixam minha vida mais ágil —ou pelo menos passam a impressão de. Um dia desses me deparei com o maravilhoso Dropbox, a sua pendrive na nuvem. O objetivo do webapp é muito simples: armazenar e compartilhar arquivos na rede. Até aí tudo bem. O genial é que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou aficcionado por programas e métodos que deixam minha vida mais ágil —ou pelo menos passam a impressão de. Um dia desses me deparei com o maravilhoso <a href="https://www.getdropbox.com/referrals/NTc0MTc4ODk">Dropbox</a>, a sua pendrive na nuvem.</p>
<div style="text-align: center; margin: 50px auto;"><a href="https://www.getdropbox.com/referrals/NTc0MTc4ODk"><img src="http://www.metagrafia.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/dropbox_logo_home.gif" alt="Dropbox" title="Dropbox" width="310" height="77" class="aligncenter size-full wp-image-642" /></a></div>
<p>O objetivo do webapp é muito simples: armazenar e compartilhar arquivos na rede. Até aí tudo bem. O genial é que é possível instalar um programinha no computador, disponível para Windows, Linux e Mac, que cria uma pastinha no seu micro. Aí é só largar seus arquivos ali e pronto!, ele sobe automaticamente pra rede, sem nem mesmo fazer perguntas. Caiu a Internet? Não há problema. Seus arquivos permanecem no micro, e são sincronizados automaticamente ao voltar a conexão.</p>
<p>Digamos agora que você instale em outro micro (em casa e no trabalho, por exemplo). O <a href="https://www.getdropbox.com/referrals/NTc0MTc4ODk">Dropbox</a> faz todo o trabalho sujo de manter os três lugares sincronizados (web, casa e trabalho), não importa onde você esteja. Se você largar um arquivo no trabalho, ele sobe pra rede e, quando chegar em casa, ele baixa automaticamente as atualizações, sem falar que tudo é acessível pela web, e até via iPhone.</p>
<p><img src="http://www.metagrafia.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/dropbox_screen-500x439.png" alt="dropbox_screen" title="dropbox_screen" width="500" height="439" class="aligncenter size-medium wp-image-650" /></p>
<p>Tenho utilizado com frequência (opa, caiu o trema) para sincronizar arquivos entre casa e trabalho, como minhas <em>referências visuais</em>, uma pasta onde coloco algumas imagens encontradas na web. Com o custo da <a href="http://www.gvt.net.br">banda larga de qualidade</a> ficando cada vez mais baixo, soluções deste tipo começam a se tornar viáveis também aqui no Brasil.</p>
<p>Outro detalhe ótimo é a função <em>undelete</em>. Digamos que você tenha deletado acidentalmente o seu trabalho de conclusão (TCC) do micro. Ou aquela apresentação que começa em 15 minutos. Barbadinha: basta acessar a interface web, pedir para exibir os arquivos excluídos e desfazer a exclusão.</p>
<p>Fica a dica!</p>
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		<title>Um novo blxg no ar</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2009/03/25-um-novo-blxg-no-ar</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 16:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em comemoração ao primeiro ano do blxg, o blog da agência na qual trabalho, me foi dada a tarefa de reformular todo o visual do site, que saiu do forno na tarde de ontem. Nas muitas escolhas que se pode fazer num projeto de web, a prioridade aqui é o conteúdo. Por isso um layout [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração ao primeiro ano do <strong><a href="http://www.blxg.com.br">blxg</a></strong>, o blog da agência na qual trabalho, me foi dada a tarefa de reformular todo o visual do site, que saiu do forno na tarde de ontem.</p>
<div id="attachment_635" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.blxg.com.br"><img src="http://www.metagrafia.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/blxg-300x279.png" alt="blxg // Blog da agência Fire Multicom" title="blxg" width="300" height="279" class="size-medium wp-image-635" /></a><p class="wp-caption-text">blxg // Blog da agência Fire Multicom</p></div>
<p>Nas muitas escolhas que se pode fazer num projeto de web, a prioridade aqui é o conteúdo. Por isso um layout centrado nos posts, que ficaram mais largos, com entrelinha generoso e foco na legibilidade. As informações adicionais, como tags, links, comentários etc, foram relegadas às laterais, a fim de não distrair o usuário de sua leitura.</p>
<p>Um trabalho bem intenso também foi feito para eliminar o Flash do cabeçalho, que agora utiliza a biblioteca <a href="http://jquery.com">jQuery</a> para exibir algumas imagens do portfólio da agência. Também configuramos o WordPress para que o <a href="http://twitter.com/firemulticom">Twitter da agência</a> seja notificado automaticamente na inclusão de novos conteúdos.</p>
<p>Um trabalho do cão, mas que deu grande satisfação colocar no ar. <a href="http://www.blxg.com.br">Visitem</a> e comentem!</p>
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		<title>MTV libera seus videoclipes na internet</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2008/10/28-mtv-libera-seus-videoclipes-na-internet</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 21:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A MTV lançou há pouco o site MTV Music, no qual disponibiliza, gratuitamente, a maior parte de seu acervo de videoclipes. O que me chamou atenção é a pouca, quase inexistente, presença de publicidade, exceto por alguns links ao serviço Rhapsody, também parte do grupo Viacom. Uma bela pedida. (via BLOG.MACMAGAZINE)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A MTV lançou há pouco o site <a href="http://www.mtvmusic.com">MTV Music</a>, no qual disponibiliza, gratuitamente, a maior parte de seu acervo de videoclipes. O que me chamou atenção é a pouca, quase inexistente, presença de publicidade, exceto por alguns links ao serviço Rhapsody, também parte do grupo Viacom. Uma bela pedida.</p>
<p><img src="http://www.metagrafia.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/10/mainpromo.jpg" alt="" title="MTV Music" width="480" height="240" class="aligncenter size-full wp-image-584" /></p>
<p><small>(via <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/10/28/mtv-abre-seu-arquivo-de-videos-na-internet/">BLOG.MACMAGAZINE</a>)</small></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Del.icio.us de cara e casa nova</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2008/08/01-delicious-de-cara-e-casa-nova</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 03:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabei de descobrir que o site de bookmarks on-line del.icio.us acabou de ganhar um upgrade. Além do domínio novo, que passou a ser delicious.com, o site ganhou um visual mais modernos e novas funções. Para quem não conhece, o serviço permite salvar, classificar —por meio de tags, ou marcadores, como preferir— e compartilhar páginas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de descobrir que o site de bookmarks on-line <a href="http://blog.delicious.com/blog/2008/07/oh-happy-day.html">del.icio.us acabou de ganhar um upgrade</a>. Além do domínio novo, que passou a ser <a href="http://delicious.com">delicious.com</a>, o site ganhou um visual mais modernos e novas funções.</p>
<p>Para quem não conhece, o serviço permite salvar, classificar —por meio de <em>tags</em>, ou marcadores, como preferir— e compartilhar páginas da web, voltado fortemente aos vínculos sociais que se constroem entorno dos bookmarks. Isto porquê cada usuário tem a sua página de links pessoais, que se relaciona às páginas dos demais usuários.</p>
<p>Dentre as atualizações mais interessantes está a nova disposição das páginas pessoais, com separação mais clara das informações e datas de publicação, bem como uma sidebar mais clean e dinâmica.</p>
<p>Mesmo com o lançamento de ferramentas similares, como o <a href="http://ma.gnolia.com/">Ma.gnolia</a> e o <a href="http://www.google.com/bookmarks">Google Bookmarks</a>, permaneço um <a href="http://delicious.com/pbalsemao">usuário fiel</a> do delicious sobretudo por sua rapidez e simplicidade e espero que continue hospedando as minhas andanças pela web por bastante tempo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fotografia 2.0</title>
		<link>http://www.metagrafia.com.br/blog/archives/2007/06/25-fotografia-20</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 02:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neguinho desgraçado reinventando a forma como iremos ver, compartilhar e até sentir nossas fotografias. Uma das coisas mais impressionantes que eu já vi alguém fazer com um computador. Requer nível intermediário-avançado de inglês, mas acho que só &#8220;lendo as figura&#8221; já dá pra cair o queixo. (Via Blah, o blog da Ginga)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neguinho desgraçado reinventando a forma como iremos ver, compartilhar e até <i>sentir</i> nossas fotografias. Uma das coisas mais impressionantes que eu já vi alguém fazer com um computador.</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4_jdn-N_wwM"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4_jdn-N_wwM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Requer nível intermediário-avançado de inglês, mas acho que só &#8220;lendo as figura&#8221; já dá pra cair o queixo.</p>
<p><small>(Via <a href="http://www.agenciaginga.com.br/blog/?p=693">Blah, o blog da Ginga</a>)</small></p>
]]></content:encoded>
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