Pendrive nas nuvens

Sou aficcionado por programas e métodos que deixam minha vida mais ágil —ou pelo menos passam a impressão de. Um dia desses me deparei com o maravilhoso Dropbox, a sua pendrive na nuvem.

Dropbox

O objetivo do webapp é muito simples: armazenar e compartilhar arquivos na rede. Até aí tudo bem. O genial é que é possível instalar um programinha no computador, disponível para Windows, Linux e Mac, que cria uma pastinha no seu micro. Aí é só largar seus arquivos ali e pronto!, ele sobe automaticamente pra rede, sem nem mesmo fazer perguntas. Caiu a Internet? Não há problema. Seus arquivos permanecem no micro, e são sincronizados automaticamente ao voltar a conexão.

Digamos agora que você instale em outro micro (em casa e no trabalho, por exemplo). O Dropbox faz todo o trabalho sujo de manter os três lugares sincronizados (web, casa e trabalho), não importa onde você esteja. Se você largar um arquivo no trabalho, ele sobe pra rede e, quando chegar em casa, ele baixa automaticamente as atualizações, sem falar que tudo é acessível pela web, e até via iPhone.

dropbox_screen

Tenho utilizado com frequência (opa, caiu o trema) para sincronizar arquivos entre casa e trabalho, como minhas referências visuais, uma pasta onde coloco algumas imagens encontradas na web. Com o custo da banda larga de qualidade ficando cada vez mais baixo, soluções deste tipo começam a se tornar viáveis também aqui no Brasil.

Outro detalhe ótimo é a função undelete. Digamos que você tenha deletado acidentalmente o seu trabalho de conclusão (TCC) do micro. Ou aquela apresentação que começa em 15 minutos. Barbadinha: basta acessar a interface web, pedir para exibir os arquivos excluídos e desfazer a exclusão.

Fica a dica!

Estaremos atualizando seu cadastro

Eu prometo que vou parar de publicar citações –um dia–, mas isto aqui é engraçado demais:

A., 21, recebeu duas faturas e uma cobrança com o xingamento “filho da puta que pariu” no espaço em que deveria constar o nome do cliente na conta telefônica.

Está na Folha. A TIM alega que não é responsável pela manutenção cadastral de seus clientes, mas sim a empresa TMS Call Center.

Só tenho uma coisa a dizer: tem gente que merece. Queria encontrar esse gajo e dar um tapinha nas costas.

A graça que ficou

Grande monotonia a época em que vivemos. Imagine a petulância que deveria ser dar um tapa de luva em alguém por sentir-se ofendido. Aquela luva de pelica sendo retirada vorazmente da mão esquerda, levada à toda força e produzindo um sonoro “schlap” na face do interlocutor. Que cena de puro deleite!

Ou então, o homem que, indignado com a violação de sua correspondência, ainda que tenha sido inadvertidamente colocada na casa do vizinho pelo carteiro distraído, desafia o senhor barbudo e gordo de 60 anos para um duelo de espadas. Mesmo à contra-gosto, velhinho e senhor mau-humor escolhem suas armas, ficam de costas diante do sol à pino ao meio dia e caminham por cinco passos em direção oposta para, então, duelarem até que um consiga extrair o dedo do outro com o corte preciso da espada.

Pobre menina, também, que hoje não pode mais se dar ao luxo de guardar secretamente as românticas e perfumadas cartas de seu pretendente para a posteridade. Antigamente, somente com um incêndio da cômoda, do quarto e, enfim, da casa para destruí-las; Hoje, um simples “deu pau no HD” incinera sem preconceitos ou sentimentos dezenas de e-mails. Quem dirá as mensagens de celular…

Meu sonho de consumo é um desses monóculos de bolso, só para poder fitar de perto as pessoas que me tirarem da paciência.

Nasci na época errada.

Mr. Failure

A onda do momento: procurar por failure (fracasso, em inglês) no Google e rir do primeiro resultado.

* * *

Aproveitando as piadinhas, eis uma muito divertida.

On his trip to Great Britain, George Bush had a meeting with Queen Elizabeth. He asked her, “How does one manage to run a country so smoothly?”

“That’s easy,” she replied, “You surround yourself with intelligent ministers and advisors.”

“But how can I tell whether they are intelligent or not?” he inquired.

“You ask them a riddle,” she replied, and with that she pressed a button and said, “Would you please send Tony Blair in?” When Blair arrived, the Queen said, “I have a riddle for you to answer for me. Your parents had a child and it was not your sister and it was not your brother. Who was this child?”

Blair replied, “That’s easy! The child was me.”

“Very good,” said the Queen, “You may go now.”

So President Bush went back to Washington and called in his chief of staff, Karl Rove. He said to him, “I have a riddle for you, and the answer is very important. Your parents had a child and it was not your sister and it was not your brother. Who was this child?”

Rove replied, “Yes, it is clearly very important that we determine the answer, as no child must be left behind. Can I deliberate on this for a while?”

“Yes,” said Bush, “I’ll give you four hours to come up with the answer.”

So Rove went and called a meeting of the White House Staff, and asked them the riddle. But after much discussion and many suggestions, none of them had a satisfactory answer. So he was quite upset, not knowing what he would tell the President. As Rove was walking back to the Oval Office, he saw former Secretary of State Colin Powell approaching him.

So he said, “Mr. Secretary, can you answer this riddle for me? Your parents had a child and it was not your sister and it was not your brother. Who was the child?”

“That’s easy,” said Powell, “The child was me.”

“Oh thank you,” said Rove, “You may just have saved me my job!”

So Rove went to the Oval Office and said to President Bush, “I think I know the answer to your riddle. The child was Colin Powell!”

“No, you idiot!” shouted Bush, “The child was Tony Blair!”

Ouvindo: Unisinos FM – 103.3MHz

Fuck this post

Aí está pra quem quiser ver. Um tal designer dos Estados Unidos, Bodhi Oser, teve a brilhante idéia de imprimir diversos adesivos em variados tamanhos com a palavra “fuck”, que, suponho, dispensa tradução. Colocou-os debaixo do braço e saiu por aí com sua câmera fotográfica, fazendo intervenções no dia-a-dia, hmm, no mínimo divertidas.

E não parou por aí. A aventura do sr. Osher virou um site e um livro.

A melhor do dia:

Dê tempo ao homem e veja o que ele é capaz de fazer!
(via 30gms)

Ouvindo: Beethoven – 9th symphony

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