No canto, ela me olha
É um estranho sentimento de desapego das coisas. Certas vezes me deparo meio vago, como se aquilo que estivesse ao meu alcance já não fosse o bastante. Basta ver aquela cama recheada de molas e um confortável edredon cobrindo os travesseiros.
Com o passar dos dias ela é apenas uma… cama.
Vêm então a distância, os dias dormindo por cima de cobertores, sacos de dormir, sofás e colchões de ar que esvaziam durante a noite e te abraçam pela manhã para despertar aquele sentimento adormecido.
E ao reencontrar aquele móvel acuado na parede do quarto, após uma longa viagem de volta de feriadão, é que me dou conta de que aquilo não é apenas uma cama: é uma fantástica fábrica de sonhos. Deixo-me deslizar por debaixo daqueles lençóis e eis por cada fiozito de cabelo se transferem sonhos dos quais já mais pensei que voltaria a sonhar.
Certas vezes basta fechar os olhos que tudo fica mais claro.
Vou dormir, que amanhã tem mais.

hahahahahha e isso que você não pegou o colchão da Tina =P
Comentário de S. Yakuza — 23.02.2007 às 10:48
Sim quem mandou cair de joelhos no colchão e puxar o ronco, simplesmente deitou e apagou
abraço
Comentário de Stefan — 24.02.2007 às 01:17
na verdade a gente tinha q ter enchido um pouco mais o colchão que o piter dormiu, mas ele se atirou e apagou… já pegou o colchão pela metade do ar q ele poderia ter… bem feito! hehehehe
beijo
Comentário de Tina — 24.02.2007 às 16:25