Um abraço do tamanho das minhas mãos

Eu gostaria de poder ter abraçado cada um dos meus amigos na noite de ontem. E de pagar uma festa bem grande para todos eles, para que pudessem se divertir e matar a saudade.

Não tenho todo o dinheiro do mundo, nem tenho condições de estar em todos os lugares. Sendo assim, me desculpem, mas dei este abraço na minha menina, a namorada mais linda, querida e amada do mundo. A mesma que preparou uma BIG surpresa pra mim, justo na noite do meu aniversário, arrecadando com muito esforço e dedicação, cartinhas de várias pessoas queridas a mim, desde os amigos de infância, passando pelos estagiários da Unisinos — meus ex-colegas de trabalho, os atuais amigos da agência, família. Nossa…

Homem não chora não. Mas confesso que saiu água dos meus olhos como um rio. É claro que não eram lágrimas, só água. Foi fantástico, emocionante.

Obrigado a todos aqueles que participaram desta iniciativa, e obrigado mais ainda a minha namorada, minha Tatinha, por ter dedicado todo seu tempo e amor a esta pessoa que a ama de paixão. Que ela me perdoe por esta exposição pública, mas a emoção é tanta que eu precisava gritar aos quatro cantos o quanto me senti feliz. Aos que não puderam participar, não há problema, saibam que todos os amigos que tenho moram no meu peito.

Prometo responder cada e-mail, cada mensagem, cada scrap do Orkut que recebi. Não será tarefa fácil não, afinal, foram muitos, e o tempo é curto. Mas ainda assim, cada um que demonstrou seu afeto no dia de ontem será lembrado e retribuído a seu tempo.

Adoro todos vocês.

Saudações!

E um abraço do tamanho das minhas mãos.

Pedro Augusto Balsemão
27/09/2006

Um quarto das metas

Passou quase despercebido, mas neste feriado do Dia dos Farrapos, 20 de setembro, ultrapassei 25% de conclusão do meu projeto de 101 metas em 1001 dias, restando ainda aproximadamente 75% do tempo para concluir o mesmo porcentual de tarefas.

Fazendo uma análise mais crítica de todo o processo, algumas conclusões podem ser tiradas. Não consegui ser tão caridoso quanto esperava, por exemplo, não conseguindo cumprir nenhuma meta de auxílio aos menos favorecidos. Vida & Saúde também ficaram de lado. Alguns itens, por sinal, ficaram até piores, já que desde que entrei na agência, tenho ingerido quase meio litro de café por dia. Ossos do ofício, matar leões diariamente não é fácil.

Falando em trabalho, as metas me auxiliaram, pelo menos, a melhor direcionar minha carreira. Afinal, este projeto foi iniciado num período no qual eu me encontrava bastante confuso pessoal e profissionalmente, e após uma rápida estada na Agência Experimental de Comunicação da Unisinos — que, diga-se de passagem, foi muito valiosa em termos de experiência e de novas amizades, — engatei na oportunidade de um novo estágio numa agência grande, a maior de São Leopoldo, até onde eu sei, com pessoal qualificado e muito espaço para poder crescer. Espero agora baixar a poeira, sugar o máximo que eu consigo no trabalho e, claro, conciliar tudo isso com os estudos e o resto de minha vida.

Nesta etapa da caminhada, já tendo revisto e alterado algumas metas, posso afirmar sem sombra de dúvidas que isto foi de grande valia até o momento. E mesmo que nem tudo tenha sido concluído, com alguns pontos com grande deficiência, ainda há bastante tempo para rever isto e continuar lutando por melhorias em minha vida que, por sua vez, refletir-se-ão na vida dos que me rodeiam.

Não há necessidade de se compilar uma lista de coisas para fazer, muito menos expô-las como eu e tantos outros fizemos. Mas recomendo a cada um de vocês que tenham suas metas para a vida e, sistematicamente, parem para revê-las e refletir sobre o que foi, o que pode e o que não poderá ser feito. As minhas, por exemplo, estão em constante alteração. Afinal, a vida é a maior transformadora de coisas, e o que queremos hoje, pode não ser exatamente aquilo que precisaremos amanhã. O importante, é ter sonhos e desafios, e lutar para atingi-los dia após dia.

Doce confusão

Uma quinta que parece sexta que parece sábado que parece domingo mas não o é.

Nem toda confusão é ruim. Esta, por exemplo, é divina.

Ouvindo: Lauren Hill & Ziggy Marley — Turn your lights down low