Tem como ficar triste?

Ah! Que maravilha! Não tem como ficar triste mesmo. Noite passada terminei de ler o livro Tipo Assim, de Kledir Ramil. Foi o livro de crônicas mais engraçado que eu já li em toda minha vida. E melhor: retrata o cotidiano de alguém aqui do sul e suas aventuras em outros estados e países. O único problema é que de vez em quando eu acabava acordando o pessoal de casa quando não conseguia segurar uma risada… Recomendo a leitura.

Outra boa notícia é que a minha antiga turma continuará a mesma este ano. Acontece que, como muita gente sai do colégio para fazer cursinho no terceiro ano, ao invés de haver três turmas, como no segundo ano do Ensino Médio, há apenas duas e, portanto, deve haver uma divisão. Mas, felizmente, a “eterna 121″ continua a mesma. E melhor: com o mesmo professor regente! Estou dizendo: 2004 tem tudo para ser um ótimo ano. Agora sim que eu quero voltar às aulas.

Hoje também ocorreu a primeira indiada do ano. Ou, segundo o Christian, “The First Indiada 2004″. O rapaz estava com tanta vontade de trocar de turma, que nos fez ir até o colégio com ele (NA: As aulas ainda não começaram). Então fomos até lá: Christian, Marcos, Amós e eu ao colégio. No caminho fomos interpelados por uma mulher fazendo propaganda de um curso de informática que ficou falando sem parar por uns 5 minutos.

Durante o trajeto, insisti que seríamos barrado na guarita. Mas, como a vontade era grande, prosseguimos em nossa jornada. Não deu outra: chegamos na guarita e fomos barrados. Isso sempre acontece comigo! Não sei, acho que tenho cara de ladrão. Mas sempre sou barrado, é incrível!

O grupo, entretanto, era resistente. E, então, demos a volta na quadra para ir até a outra guarita, contra a minha vontade. Eu avisei que seríamos barrados mais uma vez, mas ninguém me deu ouvidos. E não só fomos barrados como acabamos descobrindo que os professores não estavam reunidos no colégio, mas estavam festejando no sítio do colégio. O resultado disso tudo foi termos percorrido o percurso da rústica do colégio. A única diferença foi o mormaço. Não é pra menos que chegamos na casa dele implorando por água.

Anotem aí: “2004 tem tudo para ser um ótimo ano!”

Ouvindo: Coldplay – Don’t Painic (2:17)

Comentários »

  1. bem feito, não quiseram me esperar…eu fui pra lá quatro e pouco…entrei dizendo pro guardinha q eu tava indo pra est…corri um pouquinho (mas só um pouco pq não tô com pique…heheh) e quando subi de novo encontrei os professores, que estavam voltando do sítio…até tive uma teórica de basquete com o léo… :P

    hehehehe…
    ah, tinha uma pergunta tmb…sobre a indiada, devo ler 2004 em inglês ou português????
    hehehe…té a próxima…beijos…

    Comentário de Amanda — 18.02.2004 às 23:42

  2. ah, esqueci de dizer uma coisa…pra quem for ler “tipo assim” indico a crônica de mesmo tipo e também uma outra, “sôci”…bem engraçadas…

    Comentário de Amanda — 18.02.2004 às 23:43

  3. :(
    nem foi tão horrivel assim
    ehaueia

    Comentário de Christian — 19.02.2004 às 09:49

  4. Amanda: O livro é tão curtinho e tão bom de ler que nem vale a pena indicar as melhores crônicas. Mas, já que tu citou as tuas, eu fico com três: Tipo assim, Um bolinho com os amigos e Os homens.

    Comentário de Pedro — 19.02.2004 às 12:02

  5. se não acontecer isso nunca mais, tá tudo bem esse ano (o assalto, não a indiada)

    Comentário de Kiko — 19.02.2004 às 13:59

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