A lógica da informática

Estava eu trabalhando tarde da noite de ontem num computador que eu trouxe para o “laboratório” aqui de casa, pois aqui eu teria maiores condições de consertá-lo. Como o computador será doado, formatei, reinstalei o sistema operacional original (Windows 95) e iniciei o processo de atualização da máquina.

E aí me dei conta que o Windows 95 foi completamente abandonado pela Microsoft. Isso mesmo, abandonado. Além de não fornecer mais suporte técnico, ela retirou todas as atualizações antes disponíveis em seu site. Não só tirou as atualizações do sistema, como os programas que antes rodavam nele, como o Internet Explorer 5.5 (agora só o Internet Explorer 6 está disponível para download). Resultado, que está usando Windows 95, trancado num quarto escuro. A solução é fazer upgrade para o Windows Me.

Por que não o Windows 98? Ora, pelo mesmo motivo que não adianta trocar seis por meia dúzia, já que o Windows 98 (e seu irmão Windows 98 Second Edition) entram na mesma onda dia 16 de janeiro. É gente, quem usa Win98 (27% dos internautas) estarão sem o apoio do nosso querido Tio Bill.

Mas na informática tudo tem uma lógica, ou é zero ou é um. Se funciona de um jeito, é porque tem um motivo. Se não funciona, também tem. E qual o motivo dessa onda toda de abandono por parte da Microsoft? É lógico!

Imaginem a minha situação ontem. Eu com uma máquina zerada, sem ter o que pôr nela. O mesmo você vai sentir quando tentar rodar o famoso Windows Update a partir de 16/jan. “Lamentamos, mas seu sistema operacional entrou no ciclo de suporte extendido e blá blá blá”. Solução? Vá a uma loja e compre, por módicos R$ 925,00 o novíssimo Windows XP Pro. Seu computador não é potente o suficiente para bancar o sistema? Que pena, troque-o! Mas cuide, pois ao ligar seu computador não se esqueça de de espalhar pinduricalhos como pé de coelho, trevo de quatro folhas e ferraduras.

Ai… É por essas e outras que eu uso Linux há muito tempo…

Ouvindo: Dream Theater – Learning to Live (11:30)

Bafo de bira

Terça à noite eu e o Christian (confiram a nova fase do blog dele) batemos um papo à noite via Messenger™. Um papo daqueles comuns de barzinho de esquina, no finzinho da tarde, quando o pessoal chega do trabalho pra um happy hour, tomar uma bira e afogar as mágoas na bebida.

Conversa de elevador vai, conversa de bar bem, começamos a fofocar sobre as mágoas alheias, até que começamos a cuidar dos nossos narizes. “Acho que não conheço ninguém que nunca sofreu por amor”, ele disse. Aí eu senti que felizmente havíamos entrado num assunto que ambos estavam dispostos a debater, e muitas histórias a contar.

Contei um bom pedaço dos meus 16 pra 17 anos para ele, e ele me contou suas histórias, daquelas que só bons amigos (ou desconhecidos embebecidos) contam uns aos outros. Mas tudo isso sem uma gota de álcool, tendo a mesma desinibição e diversão.

Chegamos a algumas conclusões. De fato, não conhecemos ninguém que não tenha sofrido por amor. Mas também concluímos que este sofrimento é válido e que se não houvesse dor e perda, não haveria felicidade e vitória. E, o mais importante, nunca é cedo ou tarde demais para tentar. E nenhum esforço é inválido para conquistar algo que acreditamos ser possível acontecer. É só tentar.

Ouvindo: Dream Theater – Metropolis Part I. “The Miracle and the Sleeper” (9:32)

Coldplay Live 2003

Tava passando pelos blogs hoje à tarde quando vi um post dedicado ao DVD da Maria Rita no novíssimo blog da Amanda, Confissões de Adolescente, e acabei me lembrando que, com toda esta correria de ano novo, acabei esquecendo de selecionar uma obra para este mês.

E a escolhida deste mês é a banda de rock britânica Coldplay, que chegou de mansinho e hoje é um grande sucesso mundial. Um dos grandes discos deles é o lançado no final de 2003, o Live 2003, que relata sua turnê internacional (com passagem por Rio de Janeiro e São Paulo, com direito à casa lotada e tudo mais).

No pacote vêm um DVD com som de primeiríssima (DTS) e o CD do show. Todos os grandes sucessos da banda são apresentados, como Trouble, In my Place, The Scientist e o megahit Yellow.

É um show calmo, com baladas bem elaboradas e letras suaves, boas para qualquer momento. Sem contar com os efeitos especiais do show, com telões por todos os lados e efeitos de iluminação, como os magníficos holofotes em Yellow.

Além do show, o DVD ainda conta com fotos da turnê, letras das músicas e alguns Behind the Scenes mostrando a banda como ela é: quieta, mas muito carismática.

Outra coisa que aprecio muito nesta banda é a simplicidade dela. Como diz o vocalista Chris Martin, “só estamos querendo fazer a nossa música falando sobre o que a gente sabe, não pretendendo ser o que não somos”. E aproveitando-se do seu enorme sucesso, a banda aproveita para divulgar programas de ajuda aos países pobres, como o Make trade fair™, sempre estampado nas mãos de Chris.

Ouvindo: Howard Shore – Evenstar (Featuring Isabel Bayrakdarian) (3:15)

Audioscrobbler de volta!

Gente, é com muita felicidade que recebo a notícia que o AudioScrobbler voltou a funcionar, após ter passado um longo tempo em inatividade.

AudioScrobbler é um sistema que revolucionou o campo da música na Internet em 2003, funcionando da seguinte forma: cada música que você escuta em seu computador, ele extrai certas informações como título, artista e álbum e armazena num banco de dados.

Após adquirir uma boa base de dados, ou seja, após você ter ouvido uma boa quantidade de música, o sistema já é capaz de apontar suas bandas preferidas que, de certa forma, reflete seu gosto musical. Mas o mais interessante é que ele relaciona seus dados com de outras pessoas que utilizam o sistema, fazendo com que você descubra novos artistas.

Vamos exemplificar. Digamos que eu goste muito de ouvir Dream Theater (e gosto). Eu entro no AudioScrobbler e peço que ele me mostre bandas similares à Dream Theater e voillà! Novas bandas são descobertas. Como? Supondo que a maioria dos usuários que escutem Dream Theater também gostem de ouvir Rhapsody, é muito provável que se você gosta de ouvir Dream Theater, também gostará de ouvir Rhapsody, certo? E pior que funciona!

Este sistema é similar aos encontrados em lojas virtuais, como na Amazon. “Usuário que compram gravatas com estampa de tigre também compram cuecas cor-de-rosa”.

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Um esquilo

Aproveitando que muita gente está de baixo astral neste início de ano (eu, inclusive), decidi publicar uma foto que desenterrei ao organizar as folhas do ano passado, que estava bem no fundo da gaveta.

Aí está a foto de um esquilo! Hehehe. Não, não é um esquilo. Este aí sou eu, em 2001 na oitava série. Esta foto foi tirada para a confecção da “Lembrança Escolar” anual que é feita lá no Colégio. Na época eu tinha meu cabelo bem curtinho como está na foto acima.

Muita gente detesta cabelo rapado. De tanto reclamarem eu mudei meu visual (se bem que agora meu cabelo está comprido demais). Mas cabelo curto tem muitas vantagens. Por exemplo: não é necessário penteá-lo após sair do banho, seja de chuveiro, mar ou piscina. Molhou, lavou, secou, tá pronto! Outro ponto positivo é a economia de shampoo, pois basta uma pequena aplicação para fazer uma nuvem de espuma na cabeça. E, por último, é muito agradável no verão, pois deixa sua cabeça transpirar e não a abafa.

Tá, tá, tá. Daqui a pouco vão começar a me chamar de complexado ou vão diagnosticar um trauma em minha infância em função do cabelo e me recomendar uma terapia psiquiátrica. Calma pessoal… Apenas sorriam e riam :)

Ouvindo: Coldplay – God put a smile on your face [live] (5:39)

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