Mestres

Poxa. Chega esse período de férias e quando revemos algumas fotos bate uma saudade dos nossos mestres e professores. Encontrei no site do colégio algumas fotos de uma festa que os professores e funcionários fizeram no sítio, para celebrar o encerramento das atividades. Olha só que lindo!

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Esta é a Vera, professora de Química. Provavelmente está testando seu produto.
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Esse é o Marcos, o cara que cuida dos computadores lá no Colégio. Bonita essa melancia.
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Este é o Venturini, professor de Educação Física. Festa animada, não?
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Este é o diretor do colégio. Gente finíssima, sempre resolvendo os problemas que aparecem com a maior agilidade possível. E ele sempre me cumprimenta :)

Ô gente boa! :)

Ouvindo: The Sopranos – Woke up this morning (4:05)

A bronca do passarinho

Está instalada uma grande confusão em torno do fichamento dos imigrantes americanos. Tudo começou naquela terça-feira que todo mundo disse: “O quê?! — Eu não acredito!”, 11 de setembro de 2001; diversos ataques terroristas eram cometidos nos EUA naquele dia, supostamente ordenados por Osama Bin Laden, o homem mais famoso do mundo.

Com o chaos instalado em Nova York, espalhando-se por todo território do nosso “grande irmão” americano, diversas medidas anti-terrorismo começaram a ser expedidas, afim de previnir ataques semelhantes aos do dia da queda das Torres Gêmeas do complexo World Trade Center.

Uma das medidas adotadas foi um um avançado cadastro dos imigrantes, com exceção a pessoas vindas de uma lista de 27 países, não incluindo o Brasil. Se antes era difícil ingressar em solo americano… Filho, esqueça seu intercâmbio aos EUA. Pense em Nova Zelândia (e me encontre lá), Canadá ou então na Europa. A Inglaterra também complica a entrada de imigrantes.

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Eu em pânico

Madrugada de segunda para terça; noite de insônia. Deitei relativamente cedo, puxei as cobertas, desliguei as luzes e comecei a contar carneirinhos. “1, 2, 3 … Hmm, tenho que falar com o pai amanhã a respeito da — Putz! É hora de dormir! — 1, 2, 3, 4″

“Quem será que vai no cinema? Bom, quem eu sei que vai o Thiago, o Fredi, as Crises, — Chega! É hora de dormir, não de ficar pensando. Respire fundo. — 1, 2, 3, 4, 5, 6. Opa. Será que meu filme chega até amanhã? — Argh, pelo visto estou sem condições para pegar no sono”. Passaram-se duas horas neste ciclo de contar carneirinhos e imaginar outras coisas. Soaram três horas e eu fui tomar um copo de leite. Puro, para ver se eu me acalmava. Não deu muito certo.

Vim para o computador, e encontrei alguns guardiões da Internet on-line (aqueles que ficam até às quatro da manhã batendo papo-furado). Até que rolou um papo bem produtivo com o Twinsen, mas quando vi já era quase seis da matina. “Ops! Ou durmo agora ou viro a noite”, pensei.

Dez e meia da manhã acordo, com a cara inchada e os olhos ardendo. Quatro horas de sono é pouco. Minha cabeleira infernal estava multiplicando por dois o volume da minha cabeça. Olhei no espelho aquela cara feia, amassada e inchada de sono e disse: chega! Hora de cortar a melena.

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Dose dupla

Ontem assisti ao filme O primeiro milhão [imdb] que passou no Cine Belas Artes do SBT, estrelando Giovanni Ribisi, Vin Diesel e Ben Affleck.

Após ter abandonado a escola, Seth Davis (Giovanni Ribisi) monta um cassino clandestino em sua própria casa. Ao ficar sabendo disso, seu pai o rejeita e ordena que procure um emprego decente. Surge então a oportunidade de Seth trabalhar numa instituição financeira.

O filme trata de diversos temas polêmicos, como o relacionamento problemático entre pais e filhos e a corrida desesperada pelo dinheiro que elimina todos os princípios e valores do homem, como a especulação no mercado acionário e como a persuasão é capaz de fazer o sujeito pensar que está fazendo a coisa certa, quando na verdade é justamente o oposto.

Instalado confortavelmente no sofá da sala, esperei a próxima atração após o filme, e qual não foi a minha surpresa ao ver um dos primeiros (se não o primeiro) documentário do famoso Michael Moore (vencedor do Oscar de melhor documentário em Tiros em Columbine, comentado no blog), Roger & Eu [imdb], que conta um pouco sobre sua cidade natal, Flint, no estado de Michiagan nos EUA e sua decadência após o fechamento da fábrica da GM local e o conseqüente despejo de 30.000 funcionários.

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Churrasco na Serra

Hoje finalmente fomos à casa de um velho amigo do meu pai, em Gramado, na Serra gaúcha. Saímos daqui por volta das 10h30min, com uma temperatura de meros 32°C. Meu pai já estava arrependido de ter combinado de sair de casa.

A viagem até a cidade foi tranqüila, com pouco movimento, ar condicionado ligado e ouvindo um sonzinho tranqüilo (“102.3 — Clássicos e Novidades”, a preferida do meu pai). E daqui até lá fomos acompanhando a agradável queda de temperatura: de 32°C para 26°C, que, diga-se de passagem, é muito mais agradável.

A casa do moço é de dar inveja a qualquer um. Paredes branquinhas, teto cinza com telhas planas (estilo americano), toda envidraçada e com grama à sua volta. Sem falar na maravilha que é poder viver sem ar-condicionado e ser obrigado inclusive a puxar um cobertor durante a noite em pleno verão.

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