Curiosidades

Você sabia que uma pessoa normal tem entre 120 e 150 mil fios de cabelo? E bocejamos porque quando estamos cansados ou entediados o metabolismo fica mais lento e o nível de dióxido de carbono no sangue tende a aumentar. Durante o bocejo, a pessoa inspira mais ar e o organismo equilibra-se. Isto porque a quantidade de oxigênio na corrente sangüínea aumenta.

Outra boa: você sabe de onde saiu o ato de cumprimentar-mo-nos com as mãos? Esta antiga tradição começou no tempo das grandes batalhas. Os adversários davam as mãos para mostrar que não escondiam nenhuma arma. Era um sinal de confiança entre as duas partes.

O sangue chega mais facilmente às mãos do que às extremidades inferiores do corpo. As mãos estão mais perto do coração e é mais fácil o sangue chegar lá. Tendo menos sangue, as unhas dos pés demoram um pouco mais de tempo a crescer. As unhas das mãos crescem 4 vezes mais do que as dos pés.

Estas e outras curiosidades podem ser encontradas no Portal das Curiosidades. Eu, como fã do Guia dos Curiosos, adorei o site.

Ouvindo: Dream Theater – Stream of consciousness (11:16)

Editado em: 30/12/03 – 20:05

Aprendendo na prática

No Sinodal, colégio onde estudo, possuímos o SAQ, um prova aplicada quinzenalmente com 5 matérias alternadas a cada quinzena. A proposta deste sistema é um “monitoramento constante do aprendizado dos alunos. Busca investigar qualitativa e quantitativamente o modo de estudo, a organização pessoal, o nível de abstração e a capacidade de estabelecer relações entre os conteúdos estudados em sala de aula.”

Uma máfia de alunos havia roubado as questões de matemática, devido ao descuido de emprestarem o computador cujas provas estavam armazenadas para as apresentações dos seminários de biologia, possibilitando não só a cópia das questões de matemática, mas também de todo SAS do terceiro ano.

Devido a uma conspiração, um traidor notificou o professor de matemática, Marcelio, às 03h00min da manhã, fazendo com que ele ficasse até às 04h00min elaborando novas questões. A máfia se entregou e o professor se gabou pelo maior ataque terrorista feito até hoje no Colégio Sinodal ter sido desfechado pelo NIS.

Comecei a fazer a prova tranqüilamente, bem seguro e até muito feliz pois estava confiante na prova de espanhol, até que cheguei nas questões de matemática. “Ops!”. Pulei, fiz todo o resto do SAQ e voltei às de matemática. A questão 9 eu não sabia fazer pelo método geral, mas incrivelmente me lembrei da fórmula. Fiz pela fórmula e marquei a resposta “E”. Parti então para a questão 10: transpor uma matriz. Esta, pelo menos, eu sabia fazer.

(leia mais…)

The Better Life

Formada em 1996, a banda de rock alternativo 3 Doors Down atraiu grande sucesso com o lançamento de seu primeiro cd The Better Life, em 2000. Graças à recomendação da Tati, ouvi o som deles pela primeira vez, com a música “Be like that”. Ao discutir sobre a banda com a Amanda, ela me recomendou mais um bocado de músicas, todas do meu agrado.

Acabei encontrando, então, o CD que lhes trouxe fama e passei a escutá-lo com mais atenção, me identificando cada vez mais com a banda. Dentre as faixas do álbum, eu destaco Kryptonite, Be like that, Better life e So I need you, todas excelentes. Ótimo CD.

Para saber mais:

Ouvindo: Dream Theater – This Dying Soul (11:27)

PS: Perdoem-me pelo atraso na seleção da obra deste mês. Foi um lapso de memória, mas a do próximo mês já foi escolhida e duas pistas já foram dadas ;)

Aperfeiçoamentos

Com uma pitada de criatividade e um pouco de tempo livre, decidi modificar alguns detalhes no site. Alguns erros foram corrigidos, algumas partes reestruturadas mas as duas maiores novidades são o link para a galeria de fotos, localizado no topo do site ao lado do logotipo, e a organização dos posts em categorias. Agora cada post exibe, além da quantidade de comentários e a hora em que foi publicado, a categoria da qual faz parte, possibilitando localizar artigos semelhantes mais rapidamente.

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Lembrando que clicando no link de comentários permite que você leia os comentários dos visitantes do site, além de possibilitar que você emita a sua opinião sobre o artigo ou o comentário de alguém.

Ouvindo: Dream Theater – As I am (7:47)

Mais uma revolução

“O som está baixo. O som está baixo! Aê! Aumentaram o volume”. Confesso que fiquei arrepiado quando aquelas letrinhas verdes começaram a cair por toda a tela. Eu mal estava acreditando estar vendo Matrix Revolutions [imdb] no dia de sua estréia mundial. Confesso também que virei um fã do Matrix ao ver o primeiro filme, mas que fiquei um pouco desapontado com o segundo.

Até a metade do filme eu continuei desapontando. Pensei que os Wachowskis tinham perdido a linha do primeiro filme e que não seria muito mais que uma mera continuação do segundo filme. E então entraram aqueles robôs.

“Eu odeio robôs”. Odiava. Não vou contar o filme todo por que não tem graça (odeio quando fazem isso). Mas adianto que a cena com os robôs ficou muito bem feita, muito mesmo. Ficou um pouco com cara de Exterminador do Futuro, mas ficou bom.

Mas a cena que mais vale a pena durante todo o filme é a última, pra variar. A luta final entre Neo e o agente Smith é espetacular. Se no primeiro Matrix houve uma revolução com o efeito Bullet Time, neste há o Punch Time, que irá revolucionar tudo aquilo que se verá daqui em diante nas telas. Agora até a espressão facial é retardada pelo efeito, mostrando a careta que Smith faz ao levar um soco de Neo, enquanto sua mão toca os pingos de chuva que o separa do agente e a câmera dá um giro de 360°. É de tirar o fôlego.

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O que me desagradou no filme foi o excesso de cenas românticas. Até é bonitinho o casal Neo e Trinity, mas misturar romance num filme de ação é um pouco entediante. Embora isto tenha criado a oportunidade de prestar atenção no sistema de ventilação do cinema, que por sinal estava funcionando.

Como era de se esperar, diversas questões filosóficas são levantadas durante o filme, o que eu achei bem legal. O que ficou um tanto constrangedor foi o remendo que teve de ser feito para substituir a atriz que interpretava o Oráculo, que morreu após as gravações do segundo filme. E mais! O agente Smith ganhou um óculos Reloaded. Pelo menos a armação é diferente da usada nos dois primeiros filmes, mas até que não é muito diferente.

Não sei se posso considerá-lo melhor que o primeiro filme. Pela diferença exorbitante de orçamento, dou um crédito ao primeiro filme, mas certamente esta terceira e última parte da triologia é muito superior à sua antecessora, na minha humilde opinião. Valeu a pena!

Ouvindo: Nenhum de Nós – Camila [ao vivo] (6:46)

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