Train of Thought

Enfim a tão esperada obra do mês. O escolhido desta vez é o álbum Train of Thought, da banda de rock progressivo Dream Theater, a minha preferida.

Ao contrário dos últimos álbuns gravados em estúdio que a banda havia lançado, este último não se enquadra como um álbum-conceito, como o Scenes From a Memory (1999) e o segundo CD do álbum Six Degrees of Inner Turbulence (2001), embora todas as músicas sejam bastante longas.

Com melodias e letras bem elaboradas, o disco segue a mesma linha da banda, embora um pouco mais heavy. Destaques vão para as músicas As I Am, que o Marcos já havia destacado em seu blog e This Dying Soul, onde o título da música se justifica pelo ritmo da música, que vai morrendo e tentando, algumas vezes, reanimar-se.

Outra música que considero uma obra prima da banda é a Stream of Consciousness, prescedida por Vacant. A quebra de ritmo, característica fundamental do progressivo, é executada com perfeição pelo baterista da banda Mike Portnoy.

Fica então a dica para quem curte este tipo de música. O álbum é muito bom, embora seja um tanto difícil consegui-lo (legalmente) aqui no Brasil. Encomendei através da Submarino, no esquema de pré-venda, mas a entrega foi postergada devido a erros de frabricação do disco. É uma pena que este sistema não funcione tão bem aqui quanto na Amazon.

Trilhas:

  1. As I Am (7:47)
  2. This Dying Soul (11:27)
  3. Endless Sacrifice (11:24)
  4. Honor Thy Father (10:14)
  5. Vacant (2:57)
  6. Stream of Consciousness (11:16)
  7. In The Name of God (14:14)

Ouvindo: Dream Theater - Stream of Consciousness (11:16)

Comentários »

  1. por que não falou de uma vez que o cd inteiro era bom? Destacou as tuas quatro preferidas entre sete…hehehe…brincadeiras a parte…
    :*

    Comentário de Amanda — 30.11.2003 às 22:59

  2. Já pude conferir algumas das música e constatei que o disco realmente foge muito do padrão Dream Theater de tocar como no Scenes from a memory, Dream and words, Awake etc. Não sei se isso é acabar por afirmar que o som deles empobreceu.
    A forma como a voz de Labie foi gravada não convence, fica evidente q se o Dream tem planos de sair do progressivo pro Trash, terá de colocar outro vocaliststa, pois o atual vocal não convence quanto a performance de vocal trash. Eu particularmente gostei do disco, pois sou amante de música pesada e sou fã de carteirinha do Dream, esse disco lembra em algumas passagem trechos do metalica e Symphony X, esta ultima q deveria ser um aluno, servindo como referência ao professor.
    Mas é bom dá um conferida, ouvir em volume maximo dá pra incomodar um bocado.
    Um abraço.

    Comentário de Saulo Leal — 25.01.2004 às 03:14

  3. Do que escutei deste album ate agora, achei que o mesmo não se mostra tão bom como os discos Images and Words, Awake, Scenes from a Memory e Six Degrees, porém, convenhamos, tudo que estes caras fazem é bom. Apesar de terem se afastado um pouco do progressivo e terem viajado em levadas de trash e new metal, o trabalho deve ser respeitado , pois afinal, trata-se da melhor banda em atividade no mundo, o DREAM THEATER!!!!!!!!!!

    Comentário de Alexandre — 21.05.2004 às 15:39

  4. Eu achei o ToT um otimo cd,as musicas continuam bem feitas e bem trabalhadas como sempre,porém se trata de um album extremamente pesado se comparado aos outros albuns como images and words e falling into infinity.
    Não nego a influencia de new metal e rap nesse album,mas isso é algum longe de comprometer a qualidade desse album sensacional…
    O meu conselho é ouvir com calme prestando bem atenção pois eh um album dificil de se digerir…r rlr é bem angustiante tb…musicas carregadas…
    nota 9

    Comentário de Aluízio — 22.05.2004 às 10:42

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