Uma semana em 10 parágrafos.

Motivos para a ausência nesta semana corrida. Na sexta-feira passada, dia 24, meu primo estava de aniversário, comemorando seus 23 anos. Apareci lá à noite, comi uns docinhos, cheguei em casa e fui direto para a cama para poder acordar cedo no outro dia. Eu queria poder ter a manhã de sábado livre para poder terminar de ler meu livro. Acabei acordando ao meio-dia para ir almoçar.

Durante a tarde, li um pouco do meu livro (O homem que matou Getúlio Vargas, de Jô Soares) e à noite fui na festa de aniversário da Tina, que comemorou 17 anos. A festa foi boa, atingindo as metas da minha teoria de produtividade de uma festa. O cachorro-quente estava excelente! Discutimos também sobre o trabalho do livro. Poucos haviam feito, muitos haviam apenas começado e grande parta não havia nem acabado de ler o livro (e eu estava neste último grupo).

Após a festa, dormi até o meio dia de domingo (eita vagabundagem). Após o churrasquinho de domingo, desliguei o computador e me dediquei à leitura do livro. Setenta páginas pela frente. Às 16h30min concluí meu livro. Felizmente, a tese a ser desenvolvida eu já havia escolhido (introdução de fatos verídicos em uma história de ficcção).

Digitei o trabalho como um louco, utilizei citações do livro e por volta da meia noite e meia meu trabalho já estava praticamente concluído. A cópia final foi salva à uma da manhã. Até imprimir e arrumar a mochila, levei meia hora; ou seja, fui dormir por volta das 02h00min.

Segunda-feira acordei e fui à aula à base de café preto e, então, recebi a ótima notícia de que o trabalho poderia ser entregue sem perda de conceito até o final da semana. Ótimo. Eu poderia ter dormido cedo no domingo e entregue o trabalho na quinta. Mas me matei para entregar o trabalho na data e mesmo assim isso não é levado em consideração :)

Ainda durante a tarde, fui ao colégio para dar monitoria. Chegando em casa, ainda fui jogar Max Payne, um joguinho que descobri a pouco tempo, muito baseado no filme The Matrix. Achei o jogo tão bom que acabei indo dormir tarde.

Terça-feira foi mais um dia cheio. E durante a tarde acabei exagerando na sesta (esqueci de colocar o despertador) e acabei faltando a um compromisso que tinha no colégio. À noite meu pai esqueceu que eu tinha inglês e acabei chegando atrasado na Unisinos. Mesmo assim, na primeira parte da aula fomos assistir a um show de uma banda de lá mesmo, pois esta foi a Semana Cultural do Unilínguas. A banda tocou vários sucessos de Bob Dylan, Eric Clapton, The Beatles e outros, foi muito legal.

Na quarta, a rotina da segunda-feira se repetiu, mas além de tudo, ainda ajudei a arrecadar alimentos para compor a cesta-básica de uma tarefa da gincana de hoje. Um calorão desgraçado e nós percorrendo São Leopoldo em busca de alimentos. Pra variar, nenhuma rede de supermercados se dispôs a colaborar.

Quinta-feira tive aula prática a tarde e a aula de danças foi cancelada pois o professor teve um compromisso de última hora. Aproveitei o tempo extra para ir ao banco e, depois, jogar um pouco de Max Payne. Felizmente, acabei o jogo! Mas, infelizmente, a versão dois é demais para o meu computador, logo não terei como jogar a continuação tão cedo.

E assim foi minha semana. Corrida, cansativa, mas com bom humor. Espero não abandonar o blog novamente tão cedo :)

Ouvindo: Os som dos pedreiros trabalhando na obra aqui em casa.

Fast food?

Como minha irmã está sem carro, tenho caminhado bem mais ultimamente. Aproveitando que eu estava com esta tarde livre, saí direto do colégio e fui caminhando até o McDonald’s, sob um sol escaldante e com termômetros indicando 32°C. Cheguei lá e felizmente havia lugar para sentar, mas já havia uma grande fila.

Encontrei meu vizinho, que já havia sido atentido e havia uns cinco clientes entre nós. A fila foi andando, andando e ele nada de receber seu pedido. Começou a ficar nervoso e reclamar. Também não era pra menos. Dos quatro caixas disponíveis, apenas dois estavam abertos, e os dois sendo operados por pessoas em treinamento.

A fila foi crescendo e neste ponto já havia umas 20 pessoas na fila, todas reclamando. O pessoal que vem dos colégios já havia chegado e começou um tumulto lá fora; a gurizada começou a se estapear na rua até vir alguém e separar.

Passaram-se vinte minutos do momento em que entrei na fila até receber o pedido. Isso que tudo que eu havia pedido já estava esfriando na esteira, sem contar que a moça atendeu três pessoas na minha frente, sendo que eu já havia pago.

Tá certo que o sol pode ter afetado um pouco a minha cabeça, mas tenham dó e não era só eu que estava reclamando. Só se ouvia “bom, devido à demora eu vou querer apenas um número um”. E pagar o preço de um almoço num restaurante pra ficar 20 minutos de pé numa fila esperando para ser atendido é o cúmulo. E ainda chamam isto de “fast food”…

Ouvindo: Beethoven – Allegro ma non troppo (24:14)

Fracasso

Eu sempre pensei que eu dançava mal. Mas eu estava errado, pois hoje eu descobri que danço muito mal. Cruzes, eu pareço um tronco de um metro e oitenta balançando de um lado pro outro.

Esta constatação foi feita durante nossa aula de Danças Gauchescas. Dançar a Chimarrita, que é uma dança de grupo até vai; é só seguir o que os outros estão fazendo e assim eu até me viro. Mas quando partimos pra um vanerão no final da aula, cruzes…

Sinto pena do meu par. Era pra fazer 1-2 e eu tava dando uns 4, 5, 6 passos de uma vez só, todo atrapalhando. Aí me diziam: “olha pros teus pés”. Baixei a cabeça e fiquei controlando os meus pés. Eles não deslizavam pelo chão, eles saltavam, corriam e caiam como toras. Menos mal que não chutei ninguem (hoje).

Que fiasco. Acho que nasci pra dançar no máximo uma valsa e olhe lá! Ou talvez pra cantar no banheiro quando não tem ninguém em casa, pois minha voz de taquara rachada é horrível. Pior ainda é eu tentando tocar um instrumento musical, como violão ou guitarra; ainda mais por ter a mão errada.

Mas vamos lá… É errando que se aprende. Errando muito, neste caso :)

Ouvindo: Burt Bacharach – Raindrops keep falling on my head (3:02)

Álbum de fotos

Finalmente a tão esperada galeria de fotos está no ar. Ela pode ser acessada através do seguinte endereço:

http://www.balsemao.com.br/blog/gallery

Assim que sobrar um tempinho eu coloco um atalho direto aqui na página inicial do site; enquanto isso, desfrutem das fotos :)

Ouvindo: Juno Reactor / Don Davis – Mona Lisa (10:09)

Porto Belo

Às 22h30min de domingo, partia um ônibus com 40 alunos do Colégio Sinodal rumo a Porto Belo, em Santa Catarina. A viagem, de sete horas, foi longa, cheia de cantorias, música e diversão; poucos conseguiram dormir. Ainda de madrugada, por volta das 05h30min, chegamos ao hotel Baleia Branca. Descarregamos nossas coisas e a maioria aproveitou o tempo que restava até o café da manhã para dormir.

Após o café da manhã, saímos do hotel em direção à praia de Porto Belo, onde entramos a bordo da escuna Corsário Negro, que nos guiou pelas águas claras de Porto Belo para um passeio ao redor da ilha e onde conhecemos o Caixa D’Aço, onde ficaram escondidas as tropas do corsário inglês Robert Mac-Douall, que estava a serviço da Coroa Portuguesa e fugindo de tropas espanholas com alto poder de fogo. O esconderijo foi tão eficiente que o nome permanece até hoje.

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Ilha de Porto Belo

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