Isso é que é aula prática!
Saiu uma reportagem no Jornal Nacional, se não me engano, sobre alunos da mais conceituada universidade de tecnologia do mundo, a MIT, que aplicaram teorias matemáticas vistas em aula no famoso jogo blackjack.
Além de usar análiases estatísticas para determinar o melhor momento para fazer um determinado lance (não tenho a mínina idéia de como se joga tal jogo), eles inseriam os dados coletados numa noitada em programas estatísticos nos computadores da universidade.
O método funcionava tão bem que os meninos chegavam a arrematar US$400.000 num fim-de-semana em Las Vegas, dinheiro que era gasto lá mesmo com mulheres, hotéis luxuosíssimos e toda mordomia possível. E o mais interessante é que, apesar de tudo, o método de contar as cartas para prever o lance não é considerado ilegal, mas nada impede que os cassinos barrem a entrada no momento que identificam pessoas que utilizam desta artimanha.
E foi justamente isto que aconteceu. Os rostos começaram a ser familiares para os chefes de segurança dos cassinos, mesmo tomando o cuidado de utilizar pseudônimos, e em seguida relacionaram as pessoas com a universidade. A partir de então, o “time” passou a ser barrado dos cassinos de Las Vegas.
“Não podemos mais deixar que vocês joguem blackjack aqui… Vocês são bons demais para nós e se vocês tentarem jogar blackjack, nós os prenderemos por entrarem no cassino sem permissão.”
Quem estiver com disposição de ler a matéria completa sobre o assunto pode conferir no site da ABC News, em inglês, o artigo How MIT Students Brok the Bank in Vegas. O artigo ainda antecipa que a própria MGM está fazendo um filme sobre o caso. Onze homens e um segredo Reloaded?
Ouvindo: Dream Theater – Blind Faith (10:21)
