As eleições acabaram, o Obama foi eleito e o mundo ganhou. E mais de 80 milhões de americanos foram às urnas exercer o seu direito de cidadania, ainda que questionável devido ao sistema eleitoral americano. Como levar mais de um quarto da população às urnas, mesmo quando o voto é facultativo, mesmo quando seu sistema de votação é lento, não exista feriado eleitoral e o resultado do voto popular seja insignificante diante da votação dos colégios eleitorais? Como convencer toda uma população de que mesmo diante de tantos entraves, ainda assim, votar não só é um direito, como um dever? Hollywood responde à altura.
Um mundo lúdico e inocente, numa fantástica combinação entre fotografia e ilustração. Assim é como eu descrevo o trabalho de Dmitry Maximov, um artista russo de apenas 21 anos. Mais conhecido por seu blog Tebe Interesno, que até onde sei, significa “interessante pra você”, em russo, o jovem Dmitry já teve seu trabalho divulgado em muitos sites e também em algumas revistas.
O que me fascina em seu trabalho é a precisão e o cuidado que dedica às luzes, sombras, reflexos, desfoques e deformações de seus personagens, detalhes minuciosos e que muitas vezes não têm tamanho zelo como aqui; é o que torna, afinal de contas, a mistura destes dois elementos —fotografia e ilustração— tão perfeita.
A MTV lançou há pouco o site MTV Music, no qual disponibiliza, gratuitamente, a maior parte de seu acervo de videoclipes. O que me chamou atenção é a pouca, quase inexistente, presença de publicidade, exceto por alguns links ao serviço Rhapsody, também parte do grupo Viacom. Uma bela pedida.
Ainda não é oficial, mas já está disponível nos servidores-espelho (mirrors) do projeto OpenOffice.org a versão 3.0 estável. Depois de uma série de betas e candidatos à versão final, já é possível baixar a versão final.
Entre as melhorias anunciadas para a versão 3, estão o suporte a arquivos ODF (Open Document Format) e também do Microsoft Office 2007 e 2008 (.docx, .xlsx etc.). Ainda na parte de arquivos, a exportação de arquivos PDFs foi melhorada, permitindo, inclusive, a utilização do padrão PDF/A.
Para os usuários Mac, a grande novidade é que agora ele possui suporte nativo ao sistema Mac OS X, não sendo mais necessária a instalação do X11. Com isso, a interface, que já tinha ganhado melhorias nesta nova versão, fica ainda mais integrada com os demais aplicativos.
Particularmente não sou fã deste aplicativo; acho muito pesado e ainda deixa um pouco a desejar no que diz respeito à compatibilidade com o Microsoft Office. Espera-se que isto melhore nesta nova versão, a única forma de comprovar isto é testando. Ainda assim, é louvável a iniciativa da Sun e tantas outras empresas que apoiam este projeto aberto e gratuito, pois permite a muitas pessoas o acesso a uma tecnologia cara, porém essencial.
Depois de um longo tempo sem postar, finalmente algo que merece ser conhecido e divulgado. No pouco tempo que me resta para ler alguns feeds, encontrei no cpluv um post sobre o curta Ark. Uma superprodução polonesa de animação digital que levou 2 anos para ser finalizada.
A sinopse é a seguinte: Um vírus desconhecido dizima a população mundial. Os poucos restantes migram para ilhas inabitadas e então inicia-se o êxodo, liderado por um homem.
Com uma técnica peculiar para uma animação, o filme foi produzido com modelos feitos à mão e fotografados com câmeras Nikon D70. Isto permitiu a criação de uma luz natural em todos os ambientes, com elementos 3D adicionados posteriormente.
A idéia toda surgiu após uma viagem à Itália pelo diretor e produtor Grzegorz Jonkajtys, ao se deparar com as catacumbas, câmaras onde os cristãos eram enterrados na Roma Antiga. O sucesso do curta, também produzido por Marcin Koobylecki, foi tremendo, recebendo diversos prêmios e sendo exibido em inúmeros festivais, como no Festival de Cannes de 2007.